Eu pulo o Carnaval

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Um dos temas fortes do Pandorama é Cultura. Basta ver e visitar os blogs associados.

Por isso, queria propor uma conversa sobre uma manifestação cultural que me intriga, o Carnaval.

Eu não escondo o fato de ter pouca afinidade com a cultura nacional. Samba, congada, folia de reis e qualquer coisa do tipo não me causa qualquer atração. Carnaval então, só é bom porque permite dias de folga. Daí ter dificuldade em entender um país desse tamanho parar por conta de uma festa que toca samba, axé e forró por 4 dias.

E pra vocês, o Carnaval tem algum significado? Culturalmente, atrai vocês?

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Não. Nem um pouco. Principalmente pq eu nasci e cresci numa cidade muito urbana, com muita mistureba cultural. Mas em vez de ter um pouco de tudo, só tinha uma coisa: o carnaval que a globo passa na TV. E cara, isso é muito chato.

E eu tb não gosto de tumulto. Até que gostaria de ver o carnaval dito mais 'tradicional'. Quando me mudei para SJC, o pessoal falava muito de São Luiz do Paraitinga. Mas sabendo que a pequena cidade era invadida por uma horda de foliões - muitas deles bardeneiros - nunca fui conferir.

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em dias de dezembro, janeiro e fevereiro, o povo dessa terra não quer trabalhar

só porque passou um afoxé de gandhi

tocancado agogô e o povo quer dançar

filhos de gandhi

badauê!

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Acho que tem uma questão de fundo aí. Uma coisa é não gostar do que se tornou o carnaval, outra é gostar ou não da cultura brasileira.

Gosto muito das expressões culturais, dos regionalismos, da diversidade etc. Mas hoje em dia o que vende é a porcaria. Forçando um pouco a barra, fugindo do foco do post sem fugir do tema: Uma coisa é música caipira de raiz, como Pena Branca e Xavantinho, Tonico e Tinoco, Cascatinha e Inhana etc, outra é o que faz sucesso atualmente, que posso não gostar (ia dizer que me provoca urticária, mas vou aliviar).

Voltando ao foco do post: pulei muito carnaval quando era moleque, hoje fujo de bailes e outras coisas, mas gosto, por exemplo, do festival de marchinhas de S Luiz do Paraitinga. Aliás, quando voltar o carnaval de lá, já falei que vou de novo, para prestigiar aquela cidade e meus amigos que são locais e uns músicos de primeira.

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[mode azedume on]

Rapaz! Não sei do que gosto menos, do Natal ou do Carnaval...

No Natal eu quero sumir do mundo prá fugir do dingobéu. No Carnaval, prá fugir do bumquitibumbun... da! Como tudo na vida tem um lado positivo (!), emendei muitas vezes o feriado do Carnaval. Mas só isso.

[mode azedume off]

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Eu a-do-ro carnaval. Gosto de muvuca, de alegria, de cerveja, de festa, e principalmente de fantasia.

Fui criada numa cidade pequena onde, até hoje, a mesma bandinha toca na rua principal, prá cima e prá baixo, prá cima e prá baixo. Na minha infância, havia esse carnaval de rua, que rolava à tarde, com banda (instrumentos de sopro e tambores) tocando marchinhas e sambinhas, as pessoas fantasiadas, muitos homens vestidos de mulher, essas coisas. Às tardes tinha também matinê no clube, que está num dos extremos da rua principal, e à noite baile para os adultos. Meus tios iam sempre com umas fantasias lindas, que me deixavam morrendo de inveja. Nas fotos eu via o salão cheio de havaianas, melindrosas, ciganas, bailarinas, piratas, todos com muito brilho, paetê e purpurina, e aguardava ansiosa o dia em que eu teria idade prá ir ao baile noturno. Sim, porque eu odiava as matinês. Era sempre com poucas crianças, correndo em círculo, uma atrás da outra no salão. Então eu preferia a rua. Pena que era muito boba e tímida e demorava prá cair na dança, mas caía. Quarta-feira de cinzas era dia de tristeza.

Aí fiz meus 15, 16, 17 anos e o carnaval na cidade morreu. Meus pais iam acampar, eu junto. A maior parte das pessoas descobriu os carnavais na praia, vazou da cidade e tudo acabou, por vários anos.

Na faculdade, em Ouro Preto, voltei a ter excelentes carnavais. Reunião de um grupo ótimo de amigos, blocos com bandinhas tocando marchinhas e sambinhas nas ruas da cidade, todas as tardes, muita gente fantasiada, muita criatividade, irreverência e alegria. Eu nunca fui boa prá me fantasiar, apesar de adorar tudo isso, mas sempre me diverti muito. Aliás, fui rainha do carnaval de Ouro Preto em 1993. Nada oficial, mas saí até no jornal nacional. Por mais de um ano, até. Sempre saía fotografada nos jornais impressos de belo Horizonte. Era uma farra muito boa. Muito beijo na boca também. hehe.

Depois fui pro Acre, e lá não tem "aquele" carnaval. Minto. Entrei uma vez numa matinê para pessoas da terceira idade e lavei a alma, dançando as músicas que agora só são curtidas por eles, ou só tocam nos bailes prá eles.  

O carnaval da minha cidade retornou, com força, alguns anos atrás e está uma delícia, com a Furiosa tocando prá cima e prá baixo, as mesmas marchinhas e sambinhas de sempre, só que agora mais a noite, porque não tem mais baile no clube. A criatividade das pessoas em suas fantasias continua me encantando. No meu último carnaval lá, dois anos atrás, na segunda choveu muito e não saímos de casa. Na terça, mais chuva. Vesti meu maiô, passei protetor solar no corpo (ah se eu tivesse Tan-o-tan, com aquele cheirinho característico dos anos 80), pus um colarzinho de conchas, chapéu, bolsinha de praia, guarda-chuva ultra-colorido, e fui prá rua. Me acabei de pular, de dançar, foi ótimo.

Não reconheço as festas com trios elétricos e grupos imensos usando o mesmo abadá como carnaval. Se um dia eu for, acho que vou gostar, mas não terá sido carnaval.

Já desfilei em Escola de Samba em Vitória, e adoro o carnaval de rua no Rio. Tem uns blocos que saem no centro da cidade que me encantam, pela mistura de carnaval com arquitetura antiga. 

Ainda quero participar do desfile das escolas de samba do Rio, na arquibancada e na passarela; Adoraria conhecer e curtir o carnaval de Olinda. Talvez um dia eu ainda vá, mas acho que não tenho mais pique. Também tenho vontade de ir prá São Luiz do Paraitinga, porque meus pais sempre falavam. Estou paradona nos últimos anos, também, porque meu marido não curte como eu curto. Efeitos colaterais dessa maravilha que é dividir a vida com alguém.

Além de carnaval, gosto muito de congadas, que são comuns no ES, pela dança. A razão cultural por trás da congada, o culto a santos, a festa religiosa, isso não me toca, mas o som da percussão, a dança, os rodopios... dançar é muito mágico, faz bem ao corpo e à alma.

Este ano vou passar em casa, sem carnaval, sem plumas e paetês.

Ufa!!! Você chegou até aqui?? Obrigada!

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Ora, Raquel, não foi difícil, você escreve bem!

:-)

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O carnaval de Salvador foi prum lado e eu tentei ir para outro, debalde. Minha filha pisou em cima e me obriga a ficar na cidade. Dá pra curtir alguma coisa, manifestações que ainda guardam espontaneidade e humor,  a presença de Armandinho, Novos Baianos e, este ano, Moraes Moreira, garantia de boa música na avenida.

Os blocos afros, com apoio decrescente do poder público, colocam no circuito o elemento étnico-cultural mais forte na formação da cidade, embora a cultura shopping-center torça o nariz para essa realidade. Os Filhos de Gandhi (afoxé fundado em fins dos anos 40 em homenagem a Mahatma), com sua misoginia, dá um toque bastante característico em termos de cor e levada rítmica.

Há, sim, coisas a serem apreciadas. Os blocos de trio-elétrico não estão entre elas. É o lado mais safado e comercial da festa. A partir da pusilanimidade da prefeitura, lotearam o espaço público e se tranformaram nos empresários donos da festa. A cada ano se sudedem os fóruns e debates sobre como reformar o carnaval de Salvador, mas nada acontece. Na verdade, ninguém sabe o que fazer com o, agora, frankenstein. 

Para completar, diferente do desfile das escolas de samba, não é uma festa televisiva. Agora, se alguém me disser que gosta de ver pela televisão, eu acredito. Afinal, existem os que passam duas horas em frente à tv assistindo vôlei de praia.             

 

  

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Na verdade, é um chavão afirmar que o país inteiro para no Carnaval. A força da festa é inegável em Pernambuco, na Bahia e no Rio de Janeiro, mas em grande parte do Brasil o impacto é menor e, às vezes, quase nulo.

Certamente, no Amazonas não compete com a festa de Parintins e não tem o apelo cultural no Pará do Círio de Nazaré. Não se pode dizer que o sul do país seja carnavalesco, nem o Centro-Oeste.

Em grande parte do Nordeste, o São João é culturamente mais representativo do que o Carnaval. Talvez o fato do Rio ser a vitrine do Brasil, nesse caso específico, passe por cima da diversidade cultural do país.

Cultura nacional, esse sim, é o futebol. Quem viaja de carro ou ônibus pelo país vai ver sempre, em qualquer lugar, um campinho de terra, traves caindo pelas tabelas e uns marmanjos (e, às vezes, uma meninas) batendo uma bolinha 2 horas da tarde de uma segunda-feira.       

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Eu não gosto nem desgosto... Depende dos convites, das pessoas e do lugar onde eu passo carnaval.

O que me irrita mesmo não é a festa em si, é o "sentimento carnaval" que deveria durar o ano inteiro. Parece que as pessoas saem dos seus casulos durante quatro dias e depois se enterram nos outros 361...

É que nem o "espírito natalino". A pessoa faz caridade no final do ano e acha que já pagou a sua "dívida" e pronto...

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Legal isso, hein? Gostei. Quero ir.

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Não sou nada fã deste tipo de carnaval com a cara do Rio (escolas de samba) e Salvador (axé). Simplesmente não é minha praia, nunca foi. Se não for por nada, é pelo "imperialismo cultural" que alguns tentam impor...

O do tipo Recife/Olinda é mais palatável, porém não conseguiria enfrentar a multidão.

Aquele do tipo de antigamente, de marchinhas e blocos de rua, e difícil de encontrar hoje em dia, dá para enfrentar numa boa. Aliás, dava:não tenho mais preparo físico pra tanto...

E concordo com o Anrafel: festa pra mim são as Juninas no interior do Nordeste.

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O carnaval do Rio que aparece é o das escolas de samba, mas eu passei um carnaval lá, em 2001, acho, nem passei perto da Marques de Sapucaí e me diverti muito. São inúmeros blocos espalhados pela cidade, muitos deles bem interessantes e gostosos. O roberto deve nos contar melhor como isso funciona por lá.

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O carnaval do Rio é assim, marchinhas e bloco de rua. A Sapucaí é pro exterior.

Mas, como tem ficado muito conhecido, acompanhar um bloco tem sido tb insuportável. Alguns mais conhecidos, como a banda de ipanema chegam a arrastar 1 milhão de pessoas no cortejo.

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Este aqui foi criado por um amigo meu e outros caras, o Escravos da Mauá. Pena que bem no ano que me mudei para São Paulo. Aqui tem mais história desse bloco.

Cresceu um bocado de uns anos para cá.

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Eu ia muito ao Escravos da Mauá, mas lá em 2001, 2002... Hj em dia, só em ensaios bem antes do carnaval e que não sejam muito divulgados. Ficou insuportável...

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Sempre curti festas juninas, mas sem um arroubo de paixão. O que mais me atrai nas festas juninas do ES (essas grandes, do Nordeste, eu não conheço) são as comidas: canjica, bolo de fubá, cuscus (o branco e doce)... no Acre eu e Manuel sofríamos, porque lá tem festas juninas, com concurso de quadrilha, é uma festa grande e bonita. Mas as comidas que procurávamos não encontrávamos. Tinha galinha caipira, pirarucu de casaca, vatapá... nada que a gente, pela nossa cultura, identificasse como festa junina. Fica va uma super água na boca. Até que um casal de amigos, cariocas, começou a fazer uma festa junina em casa. Aí ficou uma delícia!! 

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Eu gosto de festa junina, mas das comidas não sou grande fã pq é tudo à base de milho e eu não curto muito...

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Nisso nós somos antípodas, Nat: qualquer comida a base de milho eu encaro com o maior prazer.

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"O melhor Carnaval do mundo é ir para um show de rock em Curitiba com a namorada menstruada" José Simão

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Luiz Gonzaga: 

"Ai São João, São João do Carneirinho
Você é tão bonzinho
Fale com São José, fale lá com São José
Peça Pra ele me ajudar
Peça pra meu milho dá
20 espiga em cada pé.Ai São João, São João do Carneirinho
Você é tão bonzinho
Fale com São José, fale lá com São José
Peça Pra ele me ajudar
Peça pra meu milho dá
20 espiga em cada pé."

Em março, planta-se o milho e nas chuvas do dia 20 (dia de São José) projeta-se a quantidade e a qualidade da safra que será colhida em junho e com que se fará as comidas oferecidas aos santos do mês (Santo Antonio, 13, São João, 24, e São Pedro, 29) e aos amigos. 

O resto é com Roberto Damata.

 

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Olha aí a explicação para as comidas dos arraiá acreanos serem diferentes. Lá não se planta milho.

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Pequena correção: o dia de São José é 19 de março.

Padroeiro aqui da terrinha...

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Darw,

Vc não quer reconsiderar algumas opiniões desse post?

Confessa!

Você tá louco prá correr atrás do trio elétrico!

rsrsrsrsrsrs!

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Hahahahahahahahahahahahahahaha...

Olha, eu continuo não curtindo muito carnaval. Agora, não posso negar o que vi. A Ivete é uma baita artista. Me deixou com vontade de tirar o pé do chão... hahahaha

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A Ivete é mesmo foda. Eu tb não gosto de axé, mas um show dela não dá pra ficar parada...

Por falar em Ivete, ando viciada numa música que ela canta com Bethânia. A música é de Carlinhos Brown.

Os preconceituosos vão fazer cara feia ao ler essa frase, mas experimentem: Muito Obrigado, Axé!

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Carnaval em Floripa é em Sambaqui, 'O melhorr carrnaval da ilha'!, carnaval de rua, com diversos blocos locais...

Mas tem também no Ribeirão da Ilha o carnaval do Zé Pereira, no centro na passarela Nêgo Quirido é o desfile das escolas de samba daqui de Floripa, também no centro tem o bloco do Berbigão do Boca, conhecido e muito festejado, nos Ingleses há dentre outros o bloco Pirão D'água, no Campeche há o bloco com o melhor nome que já vi "Ô, ô, ô!!! O Polo Lopex Já Passô"(traduzindo Ei! O ônibus que vai para Paulo Lopes(cidade próxima) já passou?) ...saio sempre, e participo dos ensaios da bateria, no bloco Baiacu de Aguém http://www.baiacudealguem.com.br/ que sai em Santo Antonio de Lisboa, O interessante deste nosso bloco, e que hoje é também uma associação cultural, é sua atuação durante todo o ano seja com oficinas de música, teatro, artesanato, ou jantares e noitadas de samba e chorinho.

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Uma reportagem bem legal sobre o carnaval e as outras festas e as enchestes de São Luiz do Paraitinga. Na Globo Vídeos.

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comprei uma fantasia de pinto.

mas nem vou sair...

o pinto tá duro!

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Coisa de brasileiro, deixar tudo para última hora. Aqui, no último post da Patrícia Palumbo: como sambar.

Vale cada quadro do vídeo, onde Caetano e seu filho, Moreno, ensinam o samba do Rio e o samba de Sto Amaro.

 

 

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Fui fazer a velha piadinha para a Maria Flor de que sairia neste carnaval de 'pires de leite', só para as gatinhas me lamberem, e quase levo um seoi-nague http://www.judosite.kit.net/paginas/seoinague.htm

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