De uma manchete no Globo.com:
Capa da revista "Rolling Stone Brasil" de março, Pedro Bial fala sobre sua carreira, conta que está solteiro, e, claro, avalia o fenômeno de audiência que se tornou o "Big Brother", reality show que ele apresenta há dez edições.
- O "BBB" vive do parodoxo, por isso pira as torcidas. É uma bobagem? É. É profundo pra caramba? É. Vai lidar com um paradoxo desses.
Sobre as criticas que já recebeu por apresentar o "BBB", ele rebate:
- Esse papo de credibilidade...quem quer isso é pastor, padre. Não vou fundar igreja, não quero que acreditem em mim. Os jornalistas em geral se levam muito a sério.
E eu que pensava que o grande trunfo de um jornalista fosse a credibilidade...
Aliás, eu pensava que o grande trunfo de qualquer profissional era a credibilidade...
E o gordinho te pegou de jeito, hein, Darw?
Tá me estranhando, mano?
Mas pode crer, o bloqueio voltou com tudo.
=-(
Gordinho chato!
Pensei que era sobre o Bancoop...aliás, Pax censurou um post que fiz sobre o bancoop e deu no pé.
Virou assunto tabu?
Mas será que o trabalho de apresentador do BBB pode ser caracterizado com um trabalho "jornalístico"? Pelo que entendi as críticas são sobre as preferências que o Bial demonstra na apresentação do programa.
Vilarnovo, na sequencia da entrevista o Bial diz que é jornalista 24 horas por dia, ou algo do tipo. Ao mesmo tempo, diz que não se preocupa com a credibilidade. Não é estranho?
Aí sim... realmente não tem muita coerência não...
É, Bancoop é definitivamente tabu.
Porra Chesterton, para de frescura e abre logo um post sobre isso.
Abri, o Pax apagou e estou impossibilitado de abrir novos posts, só posso comentar.
Foi pego na malha fina.
Pax depois fugiu, será vergonha?
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